No Rascunho, cerca de 200 colaboradores de várias regiões do país e do exterior já publicaram resenhas, entrevistas, ensaios, artigos, contos ou poemas. Entre seus colunistas fixos, estão autores como Nelson de Oliveira, Fernando Monteiro e José Castello. Vários outros já lançaram trabalhos inéditos no Rascunho – entre eles, Dalton Trevisan, Affonso Romano de Sant’Anna, Luiz Vilela, Lygia Fagundes Telles, Luiz Ruffato, Ivan Junqueira e Miguel Sanches Neto. O veículo tem 32 páginas, divididas em quatro cadernos, e é publicado em edições mensais."
05 agosto 2007
Rascunho
No Rascunho, cerca de 200 colaboradores de várias regiões do país e do exterior já publicaram resenhas, entrevistas, ensaios, artigos, contos ou poemas. Entre seus colunistas fixos, estão autores como Nelson de Oliveira, Fernando Monteiro e José Castello. Vários outros já lançaram trabalhos inéditos no Rascunho – entre eles, Dalton Trevisan, Affonso Romano de Sant’Anna, Luiz Vilela, Lygia Fagundes Telles, Luiz Ruffato, Ivan Junqueira e Miguel Sanches Neto. O veículo tem 32 páginas, divididas em quatro cadernos, e é publicado em edições mensais."
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Greenpeace
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03 agosto 2007
Harry Potter e a Ordem da Fênix

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24 julho 2007
A menina que roubava livros
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20 julho 2007
Passeios - Bosque Alemão


Interior do Oratório - sala de concertos.

Caminho dos Contos - uma trilha no interior do bosque que conduz o visitante à outra extremidade no ponto mais baixo do terreno.




Fotos: by warghost.
Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/Servicos/MeioAmbiente/areas_verdes/parques_bosques/bosque_alemao.htm
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19 julho 2007
Maratona de filmes

Homem-aranha 3 - também pode ser chamado de "O dia em que o Peter Parker assumiu seu lado EMO".

Piratas do Caribe - No Fim do Mundo - Tá certo que o Orlando Bloom é bonito mas eu escolheria o Capitão Jack Sparrow (suspiros).

Shrek Terceiro - Dispensa comentários. Quem imaginou que um Ogro poderia ser tão, tão, tão Ogro e divertido?

O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado - Um surfista ET que quer destruir a Terra. Sem preconceitos pessoal! Não tiveram infância?
Ufa! E não acaba aqui. Domingo que vem tem mais.
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03 julho 2007
War of the Worlds
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18 junho 2007
Festa Junina



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17 junho 2007
Jantar de sábado (também pode ser chamado de pecado da gula).
Sábado jantei no Pamphylia Ristorante (para você habitante deste estranho mundo chamado Curitiba, o restaurante fica na Avenida Batel). É um lugar bem frequentado tanto que tive que aguardar alguns minutos para desocupar uma mesa. O lugar é bem aconchegante e o serviço é muito bom. No cardápio : lasanhas, canelones, calzones, espaguetes, risotos, carnes, saladas, sopas... Eu comi um bife à parmegiana gigante (mas calma, não comi sozinha) acompanhado de um fetuccini (acho que é assim, ah...vocês sabem, macarrão de um formato específico). A entrada foi uma salada de folhas verdes, tomate e cenoura ralada com um molho muito bom. Vinho para acompanhar.
Depois de empanturrar a pança com tudo isso ainda tive a audácia de olhar o cardápio para escolher uma sobremesa e eis que me deparo com a palavra : profiterolis.
E é claro que não resisti e pedi o tal do profiterolis. Eis a prova do crime:

Mas o que é isso vocês vão me perguntar? Um cogumelo gigante sofrendo alguma reação química? Um disco voador danificado após uma colisão? Não!!! É o tal do profiterolis (não me perguntem por que o nome está no plural se ele é um só). Tá, pra ficar mais fácil vou tentar descrevê-lo: é uma massa doce assada, igual massa de carolina recheada (se você não sabe o que é uma carolina imagine uma bomba de chocolate, só que redonda), mas uma carolina gigante. Daí a massa é cortada ao meio e é recheada com uma mega bola de sorvete e pra completar é derramada muita, mas muita calda de chocolate por cima disso tudo. Pra eu continuar vivendo normalmente é melhor não pensar quantas mil calorias um profiterolis desse pode ter. Avaliação: muito bom!
O outro exagero gastronômico foi esse aqui:

Sorvete com morangos flambados. Mas calma! Esse aí não era meu, era do meu fiel escudeiro(embora, devo confessar, provei um pouquinho dos morangos).
Detalhe: pelo menos na parte do restaurante onde eu estava só tinha casais. Seria dia dos namorados atrasado?
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13 junho 2007
11 junho 2007
03 junho 2007
Almoço de Sábado
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25 maio 2007
O caçador de pipas
Certamente você já deve ter visto ou ouvido falar deste livro. Já faz um certo tempo que ele permanece na prateleira dos mais vendidos e parece que isso ainda vai longe. A príncipio este romance não chamou minha atenção das vezes em que eu fui dar minha volta habitual pelas livrarias. Mas acontece que eu tinha que fazer uma resenha pra faculdade (minha primeira resenha) e tinha que escolher um dentre os livros indicados. Tentei "O processo" do Kafka - sufocante (embora, é claro, que vou lê-lo ainda) - e o "Retrato de Dorian Gray" do Oscar Wilde - cansativo no início (mas é claro que está na minha lista). Tinha também "Madame Bovary" do Gustave Flaubert - não sei se vou lê-lo um dia pois aqueles que fizeram a resenha deste livro fizeram o favor de contar o final. Então escolhi "O caçador de pipas". Li duas vezes e lá fui eu fazer a resenha. Como nunca tinha feito isso tentei buscar inspiração na Revista Entre Livros - ela tem uma boa sessão de resenhas - mas as coisas por lá só me confundiram, cada resenha era de um jeito. O jeito era eu fazer do meu jeito. Devo dizer que nisso o Umberto Eco me ajudou muito com os seus "Seis passeios pelos bosques da ficção" (nota : Umberto Eco escritor italiano que escreveu O nome da Rosa. Sim, foi um livro antes de virar filme com o James Bond, digo, com o Sean Connery no papel principal. Vocês não sabiam disso? Nem eu! Até o dia que a professora pôs o título desse livro na lista para as resenhas. ) Continuando, consegui fazer a resenha e entreguei. Só estava então aguardando a nota pra saber se eu já podia encerrar a minha ainda não iniciada carreira de crítica literária. A professora então devolveu as resenhas corrigidas e não é que eu tirei um nove! Não me perguntem como. Só dêem uma olhadinha na resenha e se acharem boa leiam o livro e se não acharem, leiam também, afinal o livro é muito bom.
O caçador de pipas – Khaled Hosseini
Tradução : Maria Helena Rouanet
Editora Nova Fronteira
Meninos correndo atrás de pipas coloridas. É através de cenas como essa que Khaled Hosseini nos mostra em seu livro de estréia, O caçador de pipas, que crianças serão sempre crianças em qualquer parte do mundo. Apesar da narrativa ter como pano de fundo a invasão do Afeganistão pelos russos e seu posterior domínio pelo Talibã , o que nos dá a impressão de que a realidade vivida pelas personagens em Cabul é muito distante da nossa realidade, Hosseini consegue passar aos seus leitores a sensação de que os fatos ocorridos durante a infância de Amir e Hassan poderiam acontecer a qualquer tempo e com qualquer pessoa. Mas não é só da amizade entre dois meninos que o livro trata. O tempo todo a história nos põe em contato com valores e sentimentos diversos : lealdade, confiança, coragem, poder, covardia, egoísmo.
O caçador de pipas é o primeiro romance desse médico afegão que, juntamente com sua família, refugiou-se nos Estados Unidos após a invasão do Afeganistão pelos russos. Não é difícil pensar no livro como uma autobiografia. Amir, o narrador, e Hosseini nasceram na mesma época, tinham uma boa situação financeira quando viviam em seu país e buscaram abrigo na América quando tiveram que fugir do regime comunista. O fato é que, sendo ou não uma autobiografia, a história consegue ser verdadeira e até mesmo emocionar.
Nos primeiros capítulos do livro o autor impõe um ritmo agradável à narrativa e a leitura chega a ser bem prazerosa. Mas isso não se mantêm durante toda a história. Principalmente nos capítulos finais, quando é mostrado um Afeganistão destruído por guerras, temos a mesma sensação que tem Amir, o narrador, quando volta à sua pátria após muitos anos longe de casa, parece que estamos entrando em um outro mundo.
Amir, o menino privilegiado, filho de um bem sucedido comerciante, causa inveja aos outros garotos quando chega à escola no Ford Mustang preto de seu pai. Ele, embora tenha tudo o que precisa, não tem tudo o que gostaria de ter. Falta-lhe a mãe, que nem chegou a conhecer, e um pai mais presente. Essa falta faz com que ele se revele uma personagem frágil e carente de confiança. Esses fatos talvez até justificassem sua tendência à covardia não fosse a comparação inevitável com Hassan, seu empregado.
Hassan teria bons motivos para se mostrar uma personagem tão frágil quanto Amir : pobre, abandonado pela mãe, e considerado inferior por ser um hazara, um membro da etnia discriminada no Afeganistão. Apesar disso Hassan era corajoso e totalmente devotado à Amir.
A história tem início em Dezembro de 2001 com Amir já adulto vivendo nos Estados Unidos. A primeira frase do livro faz uma alusão a um fato ocorrido no inverno de 1975 que teria mudado bruscamente a vida de Amir fazendo-o fugir de seu passado:
“ Eu me tornei o que sou hoje aos doze anos, em um dia nublado e gélido do inverno de 1975.”
Durante os sete primeiros capítulos o narrador volta em torno de 28 anos no tempo, na época em que era apenas uma criança afegã, para narrar sua infância em Cabul. Em meio às brincadeiras e travessuras de Hassan e Amir vamos descobrindo pouco a pouco um Afeganistão bem diferente do que vemos hoje pela TV. O narrador sai de 2001 e volta à década de 70 quando Amir tem por volta de 10 a 12 anos de idade. A narrativa principal se mantêm entre os anos de 1973 até 1975 embora não exista uma seqüência clara de acontecimentos. É como se fosse uma grande colcha de retalhos. Os pedacinhos de lembrança vão vindo à mente do jovem Amir e vão sendo costurados uns aos outros. Em certos momentos a narrativa volta ainda mais no tempo para lembrar de cenas como o nascimento de Hassan ou até mesmo o casamento de Baba, pai de Amir. Embora sem uma ordem cronológica precisa o leitor em nenhum momento se sente perdido na narrativa. A impressão que se tem é que passamos junto com Amir e Hassan uma preguiçosa tarde de verão. Existem vários momentos divertidos como quando os meninos descobrem que seu grande ídolo do cinema, John Wayne, não falava farsi e não era iraniano. Existem também momentos tensos como aquele em que os garotos são ameaçados por Assef e seus colegas.
A narrativa é toda feita sob a perspectiva de um único personagem desta maneira não existe uma boa visão da diferença de classes daquela época e o que isso causava nos sentimentos das demais personagens. Como Amir era rico, filho de um pai que, embora acompanhasse algumas tradições, não levava a religião muito à sério, não há no livro uma visão aprofundada dos costumes afegãos.
Embora no princípio a história proporcione uma leitura leve, sem muitas descrições, detalhes ou conflitos psicológicos a todo momento o narrador deixa claro que algo ruim está para acontecer o que dá à trama uma crescente tensão que culmina com a agressão à Amir. A partir desse ponto a história perde a leveza e fica mais grave. O autor, nos sete primeiros capítulos vem pouco a pouco trabalhando com a delicada relação de Amir e Hassan e se não fosse desta maneira talvez o que aconteceu naquele dia de inverno de 1975 não tivesse um peso tão grande na narrativa. Hassan e Amir cresceram juntos, mamaram no mesmo peito, eram companheiros inseparáveis e a lealdade de Hassan era surpreendente. Mas mesmo assim Amir não considerava o empregado seu amigo. Na verdade existe aí um conflito entre o que a religião prega e os sentimentos cultivados desde o berço :
“Nada disso importa. Porque não é fácil superar a história. Tampouco a religião. Afinal de contas, eu era pashtun, e ele, hazara; eu era sunita, e ele, xiita, e nada conseguiria modificar isso. Nada.”
“Mas éramos duas crianças que tinham aprendido a engatinhar juntas, e não havia história, etnia, sociedade ou religião que pudesse alterar isso.”
Na primeira parte da história a narrativa vai até o ano de 1976. Após isso há um salto no tempo e vamos encontrar o narrador já com 18 anos em Março de 1981, fugindo com Baba para os Estados Unidos. Desse ponto em diante tem-se uma narrativa linear até alguns anos após a casamento de Amir com Soraya então tem-se um novo salto no tempo da narrativa até Junho de 2001, quando Amir recebe um telefonema do Paquistão.
A chegada de Amir aos Estados Unidos confere um novo ar à narrativa. Por incrível que pareça é na América e não no Afeganistão que o leitor tem um contato um pouco maior com a cultura afegã. Esse contato porém, não é muito estreito já que o autor não se preocupa em aprofundar as explicações acerca da tradição de seu povo. Isso é coerente uma vez que o narrador nunca manteve uma proximidade com os costumes de sua terra natal.
Hosseini por pelo menos duas vezes usa de um artifício muito interressante para “quebrar” o fluxo da narrativa num momento importante da história. A primeira interrupção acontece no dia do campeonato de pipas quando Amir está prestes a presenciar a cena que o acompanharia pelo resto da vida. A segunda é quando Amir, já adulto, volta ao Afeganistão e acaba sendo agredido. Nesses dois momentos o desenvolvimento normal da ação é interrompido para dar lugar às lembranças do narrador. Isso faz com que aumente a atenção do leitor e o sue interesse em saber o que aconteceu.
A narrativa fica tensa e pesada com a volta de Amir ao Afeganistão anos após sua partida. Nesse momento é apresentado um país totalmente destruído. Nem mesmo Amir consegue reconhecê-lo. O que acontece a partir desse ponto é uma aceleração da narrativa devido a um aumento cada vez maior da tensão:
“ – Bismillah! Bismillah! – exclamou ele, arregalando os olhos ao me ver. Passou meu braço pelos seus ombros e me levantou no colo. Sempre correndo, me levou para o furgão. Acho que gritei. Vi as suas sandálias golpeando o chão e batendo em seus calcanhares escuros e calejados. Respirar doía. Depois, lá estava eu olhando para o teto do Land Cruiser, deitado no banco de trás, naquele estofamento bege e rasgado, e ouvindo o “bip, bip, bip” indicando que as portas estavam abertas. Ouvi passos apressados em redor do carro. Farid e Sohrab trocando algumas palavras rapidamente. As portas batendo e o barulho do motor sendo ligado. O carro arrancou e senti uma mão pequenina na minha testa. Sohrab soluçava. Farid continuava repetindo ‘Bismillah! Bismillah!’. “
O caçador de pipas consegue manter a narrativa bem próxima à realidade. Não existem grandes reviravoltas, tais como o bandido que se transforma em mocinho no final, ou algo do gênero. O único senão está na maneira como Amir consegue salvar-se nos capítulos finais do livro mas nada que comprometa a história como um todo. O livro é um grande sucesso de público pois tem uma linguagem acessível; os fatos acontecem em sua maioria em um país do oriente médio o que parece ser uma tendência nos últimos dois anos e fala de sentimentos comuns a qualquer pessoa estando ou não no Afeganistão. Apesar da grande aceitação e de vários comentários favoráveis certamente O caçador de pipas não se tornará um clássico, mas, é um livro que merece atenção.
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21 maio 2007
Os dias estão passando mais rápido?
Um dia você para, olha para o calendário e diz "Nossa! Já estamos em Maio! Mas ainda ontem era Janeiro!" Será que tem algum gatuno furtando as horas dos nossos dias, fazendo com que o mês se vá num piscar de olhos? E quando chega aquela famosa e já batida retrospectica de fim de ano você, incrédulo, percebe que aquela notícia bombástica que você jurava não ter mais que um mês de vida já ficou velha e foi passada para trás. O que será que acontece com o Tempo? será que a Terra se revoltou (mais) e resolveu girar mais rápido? Falta tempo pra tudo : estudar, trabalhar, passear, namorar, ser mãe, filha, irmã e principalmente dormir. Ah...dormir... Mas eu não posso me dar a esse luxo! Uma hora de sono a mais significa uma hora a menos que eu terei para tentar cumprir aquela lista interminável de tarefas a que eu me propus. Tudo bem que hoje realmente o mundo está mais acelerado, exigindo que você seja mais e mais rápido mas será que não é hora de pisar no freio? Nem que seja um pouquinho só. Sábado aconteceu uma coisa, digamos, engraçada. Eu tinha aula às oito da manhã então como sempre faço coloquei o celular para despertar às seis e quinze para dar tempo de me arrumar, tomar café, não ter que pagar ônibus muito lotado, etc. Pois bem, minha irmã esqueceu de desprogramar o celular dela e às vinte pras seis da madrugada de um sábado o tal celular me acordou. Felizmente consegui pegar no sono de novo só que daí cadê do meu celular despertar? Acordei às quinze pras sete (hora de estar quase saindo de casa) e aí já viu : troca de roupa, escova os dentes, arruma a bolsa e tenta engolir um potinho de iogurte tudo isso simultâneamente e em no máximo cinco minutos. Bom, consegui pegar o ônibus perto de casa e podia muito bem seguir com o mesmo até meu destino final mas daí vejo um outro ônibus que é mais rápido e vem aquela idéia brilhante "Vou descer aqui e pegar o outro ônibus que eu chego mais rápido". Resultado : o tal ônibus não era o que eu achava ser. Toca esperar o próximo ônibus. Pensei "paciência, já estou atrasada mesmo, agora vou bem sossegada". E assim fui. Consegui pegar outro ônibus vazio (coisa quase sobrenatural naquele horário) e cheguei na aula às oito em ponto.
Depois disso resolvi fazer as pazes com o Tempo : não adianta querer fazer com que ele se adapte à mim, eu é que tenho que me adaptar à ele, assim quem sabe paramos de brigar e ele colabora comigo.
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Kátia
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20 maio 2007
Hora de dormir...
Eu ia escrever alguma coisa bem interessante mas como o sono bloqueia minha parte criativa e eu, pra variar, estou com sono só vou deixar registrado aqui meu agradecimento às duas mãozinhas que me ajudaram a dar uma roupinha mais "clean" pras Minhas Fabulosidades.
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05 janeiro 2007
E lá se vão seis meses...
...e aqui estou eu retirando as teias de aranha. Tudo bem que tive alguma resistência por parte das aranhas pois elas alegaram usucapião mas agora está tudo resolvido. O que aconteceu nesse tempo de ausência? Bem, mudei de emprego, consegui passar na faculdade (que sufoco!), aconteceram as velhas comemorações da dobradinha Natal/Ano Novo e aqui estou eu em mais um ano.
Estava aqui pensando, será que todo esse clima ano-novo-vida-nova fez com que eu reaparecesse? Sabe como é, retomar velhos projetos, criar novas metas, fazer promessas (parar de fumar, emagrecer, pagar as contas...), isso já tão grudado na idéia de um novo ano, é como se fosse um kit completo e sem nos darmos conta lá estamos nós, pulando onda, enfiando lentilha goela abaixo e separando semente de uva. Bom, até que elaborar uma listinha de coisas a serem feitas é uma boa tática para tentar organizar esta bagunça que chamamos de vida. Mas é claro que essas coisas têm que ser alcançáveis, nao vale escrever lá : ítem 1 - paz mundial, ou qualquer outra coisa do gênero. Se alguém coloca algo não muito palpável ou difícil de alcançar provavelmente vai começar a desanimar lá pelo meio do ano (ou antes até) e quando chegar em dezembro nem lembra o que prometeu. Eu prometo não prometer nada. Não vou nem prometer aparecer mais por aqui, vai ficar assim de surpresa. Quem sabe assim as coisas não andam?
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27 agosto 2006
Vamos aprender dança do ventre?
Nossa!!! Faz tempo que eu não apareço por aqui! Resolvi escrever um pouquinho pro meu blog não se sentir abandonado (tá, agora falei igual à Anita, vulgo Ana). Deixa eu lembrar dos últimos acontecimentos...Ah! sim! Sábado da semana passada fui a um churrasco com o pessoal que conheço do Orkut. Tudibão!!! Tinha até narguile. E por falar em narguile, sexta à noite fui no Baba Salim. Na verdade já tinha ido lá outras duas vezes quando tive a oportunidade de ser introduzida ao maravilhoso mundo dos narguiles (o de maçã é o que mais tem saída, porém não deixem de experimentar o de melão também) mas nunca tinha tido a oportunidade de assistir à apresentação de dança do ventre. Simplesmente muito boa! Aliás, tudo ali é muito bom. Na primeira dança a bailarina se apresentou com uma espécie de espada, tipo aqueles do desenho do Aladim. Vou dizer uma coisa, que habilidade! Estou freguesa já, do lugar. É um ambiente bem aconchegante mas, principalmente de terça e sexta, que são os dias da apresentação, é bom ligar reservando mesa pois o lugar é bem pequeno. O mais legal é que durante a dança a bailarina vai tirando a platéia pra dançar. Tem uns que já são de casa e dançam muito bem, já outros...não sabem o que fazer. Dessa vez eu escapei mas acho que não deve ser tão traumatizante assim, treinarei um pouco em casa. E a comida! Bom, não provei, ainda, nenhum daqueles pratos com nomes esquisitos mas digo uma coisa : não deixem de experimentar a pizza de lá, sem comparação.
Estou cada vez mais apaixonada pela cultura desses povos do oriente. São pessoas que valorizam suas origens e suas tradições mesmo morando tão longe de suas terras. Queria que os brasileiros fossem assim também. Deu-me até uma inveja pois tentei lembrar se aqui na minha família, aqui onde moro, ou onde nasci, existe isso, comida, dança ou costumes trazidos dos meus ancestrais e infelizmente não consegui achar nada assim, tão marcante. Bom, é claro que devem existir tradições e costumes, tipicamente brasileiros (ah, lembrei agora da feijoada e da caipirinha) mas o problema é que está plantado em nós a idéia de que tudo que vem de fora é melhor e se for escrito em inglês, melhor ainda. Nossas tradições vão sendo pouco a pouco deixadas de lado e acabam não sendo passadas adiante, o que é uma pena.
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18 agosto 2006
Chuva!!!
Devia ser umas quatro da manhã quando fui acordada pelo o chamado de alguém que não conseguia dormir por ter assistido um filme perturbador. Depois de aconselhar : "volte a dormir, foi só um filme" havia perdido um pouco do sono e de repente escuto um barulho vindo lá de fora. Barulho conhecido, pensei, parece trovão, não, não pode ser, aqui não chove a...muito tempo que nem sei quanto. Mas sim, era a chegada da chuva, depois de dois minutos comecei a ouvir os primeiros pingos. Ufa! Já estava na hora.
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16 agosto 2006
Voto nulo
Por que eu vou votar nulo? Primeiro, para quê serve o voto? Serve para eu expressar a minha vontade. Através do voto em um determinado candidato eu estou concordando (ou deveria ser assim) com as idéias e a filosofia não só do candidato em questão como também do partido. E quando nenhum partido mostra-se, e isso já vem de décadas, confiável? O candidato pode até parecer correto mas infelizmente um prefeito, governador, presidente e todos os demais não governam sozinhos. Ah, sim! Eles também não roubam sozinhos. Sendo assim eu não tenho nenhum partido ou candidato confiável então não votarei em ninguém. Muitas pessoas dizem, se você anular seu voto vai estar favorecendo este ou aquele ou anular não vai adiantar, vote em um que você ache "melhorzinho". Ao anular meu voto eu não estou seguindo esse ou aquele movimento (mas é bom saber que mais pessoas pensam como eu), estou simplesmente exercendo meu direito e mostrando a minha vontade. Não tem ninguém que eu ache capaz e confiável de estar à frente de um cargo público então vou demosntrar isso através do meu voto. Se numa futura eleição surgir alguém que faça por merecer, ele terá meu voto.
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15 agosto 2006
O CAVALO E O PORCO
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário: - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três. No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: - Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa..."Vamos matar o porco!"
Recebi esse texto por e-mail. Até tinha uma moral mas esqueci qual era. De qualquer forma gostei da historinha mas acho que o porco não.
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Kátia
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