Ah, e pra quem acha que aluno de letras só vive de livros, como encerramento tivemos Poesia é Fado: leitura de obras de poetas portugueses e show musical com o grupo Serestuna.
28 setembro 2008
Semana de Letras
Ah, e pra quem acha que aluno de letras só vive de livros, como encerramento tivemos Poesia é Fado: leitura de obras de poetas portugueses e show musical com o grupo Serestuna.
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16 setembro 2008
Só por uma semana...
Previsão do Tempo para Curitiba/PR
| Previsão para 5 dias | ||||||||
| Qua, 17/09/08 | Qui, 18/09/08 | Sex, 19/09/08 | Sáb, 20/09/08 | Dom, 21/09/08 | ||||
| Tempo | Madrugada nublado | Manhã céu com muitas nuvens | Tarde céu com muitas nuvens | Noite céu com muitas nuvens | céu com muitas nuvens | céu com muitas nuvens | parcialm. nublado com pancadas de chuva e trovoadas à tarde | nublado com pancadas de chuva e trovoadas |
| Temperaturas | Máx. 20º Mín. 8º | Máx. 22ºMín. 8º | Máx. 24ºMín. 9º | Máx. 24º Mín. 12º | Máx. 18ºMín. 13º | |||
| Vento | sudeste / fraco a moderado | nordeste / fraco a moderado | nordeste / fraco a moderado | noroeste / moderado a forte | sudoeste / moderado | |||
| Visibilidade | reduzida pela manhã | boa | reduzida pela manhã | boa | reduzida pela manhã e à noite | |||
(IM)PREVISÃO DO TEMPO PARA CURITIBA
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14 setembro 2008
Pequeno tesouro
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08 setembro 2008
Agora não falta mais nada
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05 setembro 2008
Probabilidades
Assim era comigo, até hoje. Qual a probabilidade de, numa sexta-feira às sete da manhã, a caminho do trabalho, num lugar sem movimento, uma entrevistadora do Datafolha te parar para uma pesquisa? Não sou dada à calculos mas creio que esta probabilidade é pequena.
Agora me diga, qual a probabilidade de uma entrevistadora do Datafolha encontrar alguém, numa sexta-feira às sete da manhã, a caminho do trabalho, num lugar sem movimento, disposta a responder a pesquisa mas que não pode fazê-lo pois tem uma irmã que trabalha num instituto de pesquisa?
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31 agosto 2008
Quem disse que as mulheres são complicadas?
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Jurassic Park revisitado
De sexta para sábado eu sonhei, mas como tive que acordar cedo no sábado, não lembrei de nada na hora em que acordei. Somente à tarde as imagens do sonho vieram à minha mente. Não todas , mas uma boa parte delas.
Era noite, eu estava caminhando por uma calçada próxima à faculdade. De repente olhei para trás e vi... ...um dinossauro (hã?), mais precisamente um velociraptor. O pavor tomou conta do meu corpo.
(parênteses para explicar por que eu tinha razão em ficar apavorada. Imagine você voltando para casa depois de um dia de trabalho emendado em quatro cansativas aulas na faculdade. Tudo o que eu quero nesses momentos é chegar o quanto antes em casa. E vamos concordar que ter um dinossauro no meio do caminho poderia me fazer perder o ônibus. Saber um pouquinho as características do meu amigo dino também não era nada animador:
O velociráptor (Velociraptor mongoliensis, que significa "ladrão veloz") foi um dinossauro carnívoro e bípede que viveu durante o período Cretáceo. Media 1,5 metros de comprimento e pesava aproximadamente 20 quilogramas.Foi um grande predador que provavelmente caçava em bando. Era leve, rápido, possuía ótima visão e um cérebro bastante desenvolvido, além de um poderoso maxilar. Assim como o seu parente próximo, o dinonico, todo velociráptor possuía uma terrível garra retrátil em forma de foice no segundo dedo da pata, usada provavelmente para furar ou rasgar o ventre ou o pescoço da presa.
Dos males o menor. Pelo menos esse que encontrei não levou o resto da família.)
Voltando ao sonho...
Torci para que ele não me visse mas não teve jeito, ele começou a vir atrás de mim. Do outro lado da rua havia uma loja (não lembro que loja era mas quando você tem um monstro devorador atrás de você isso não tem muita importância) e sem pensar duas vezes corri para lá. Havia mais pessoas dentro da loja, tão apavoradas quanto eu. Fechamos as portas e ficamos rezando para que o bicho fosse embora mas que nada, parece que ele tinha realmente gostado de mim, e olha que eu nem sou tão simpática assim. Contrariando a característica de ser um animal rápido e fazendo jus a todos os monstros, psicopatas e assassinos dos filmes de suspense, o bichinho vinha bem devagarinho (já perceberam que o cara do mal sempre vai bem tranquilo atrás da sua vítima enquanto a pobre se acaba de correr?). Quanto mais o dino avançava mais nós íamos nos encolhendo na parte de trás da loja. Como ninguém queria virar jantar começamos a pensar nas rotas de fuga até que alguém disse que existia uma passagem secreta no quintal (por que não falou antes pô!). Era uma espécie de alçapão que dava para um túnel cavado no chão. O problema é que o tal túnel era muito velho, cheio de terra e parecia que desmoronaria a qualquer momento.
Ó duvida cruel, morrer soterrada ou virar jantar de um bicho que já foi extinto a milhões de anos?
Mas neste exato momento o meu celular tocou e eu nunca gostei tanto de ouvir o som irritante daquele alarme.
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25 agosto 2008
Passeio no shopping
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15 agosto 2008
Why drums?
Why drums?
Estávamos em mais uma aula de Língua Inglesa Oral e essa era a pergunta que Larry King, em seu programa de entrevistas, fazia a Ringo Starr. A resposta era algo do tipo “porque eu sempre gostei de bateria” ou “porque eu gostava do barulho e de fazer barulho”, resumindo: porque sim.
Porque sim também seria a minha resposta caso alguém perguntasse: por que Letras? Claro que uma resposta aparentemente sem nenhuma fundamentação não satisfaz muita gente. Algumas questões possíveis poderiam ser: Você quer escrever um livro? Tem certeza de que você quer ser professora? Confessa, você escolheu este curso porque a concorrência no vestibular era menor né? Mas, isso dá dinheiro?
Aliás a questão do dinheiro é que impulsiona muitas decisões. Se tal carreira está em alta e com possibilidade de oferecer boas remunerações, pipocam por aí cursos e candidatos a futuros profissionais bem sucedidos. Nada contra ganhar dinheiro, é claro, mas nem sempre é possível conciliar um bom salário com a satisfação de trabalhar naquilo que você ama.
Ouvindo conversas aqui e ali sempre me deparo com a seguinte situação: fulano cursou a faculdade por quatro, cinco anos, fez das tripas coração para pagar a mensalidade caríssima, formou-se, pegou o diploma e não consegue emprego na área ou ainda, quando consegue, o valor de seu salário nem chega perto àquele anunciado como piso inicial da carreira no guia de profissões. Isso desanima qualquer mortal, ainda mais aquele que passou toda a graduação somente pensando no dia da formatura. Com certeza eu não quero demorar mais que o necessário para me formar mas ao invés de ficar somente pensando em o que eu vou fazer quando sair da faculdade, tento “curtir” os momentos que passo lá dentro. Claro que não é fácil trabalhar o dia todo e ainda encarar aulas até as dez da noite. Uma prática muito comum entre os membros da minha turma é, naqueles momentos em que o professor fala algo que para nós parece grego (e acreditem, muitas vezes é), nós nos olharmos com aquela cara de “Meu Deus! O que ele tá dizendo?”. São filósofos, escritores, pensadores, teorias e toneladas de livros que você deveria ter lido, ter conhecido.
Aí vem a crise existencial que no meu caso e dos meus mais caros colegas acontece pelo menos uma vez por semana. Você quer desaparecer, fazer uma fogueira para queimar aquela montanha imensa de xerox que guarda em casa e ficar trancado no seu quarto lendo Sabrina e ouvindo Alexandre Pires.
Mas existem recompensas. Ter aula com professores que já hoje e daqui alguns anos serão considerados os melhores (ou alguns dos) em suas áreas de atuação. Não se sentir perdido ao ouvir alguém citar a Poética de Aristóteles (ainda que tenha lido apenas um capítulo). Conhecer coisas que nem em seus sonhos mais delirantes pensou existirem e melhor ainda, perceber que fazem sentido. Sentir-se burro e esperto, culto e ignorante quase ao mesmo tempo e saber que não está só nesta dicotomia.
O que eu tenho agora é satisfação pessoal. Dinheiro (sem ele não sobrevivemos) é uma meta e tentarei direcionar minha carreira para atingi-la. Ainda acho ser possível. Quem sabe não me torno uma super especialista em alguma área da linguística, uma renomada crítica literária ou publico um best seller? Afinal, quando Ringo começou a tocar bateria ele só queria fazer barulho.
Neste fim de semana acontece no campus Botânico da UFPR a Feira de Profissões. Através de palestras os candidatos à uma vaga nas universidades podem ter uma idéia de como é o curso que escolheram além de visitar os estandes para esclarecer dúvidas com os alunos da graduação
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01 agosto 2008
Menos diversão e mais trabalho
Na faculdade as aulas começaram em ritmo total, não dos alunos, é claro, mas sim dos professores. Já passaram cronogramas, datas de apresentação de trabalhos, ensaios e até a data das provas. Este semestre estou com a grade horária quase lotada de disciplinas, uma com o nome mais esquisito que a outra: Interculturalidade Franco-Brasileira, Teoria da Literatura e Teoria da História ou Tópicos Especiais da Tradução em que estudaremos o Tractatus Logico-Philosophicus do filósofo Ludwig Wittgenstein. Nem ousem me perguntar de que diabos trata esse livro e muito menos discutir comigo as teorias do Witt. Se eu sobreviver a essa disciplina, quem sabe no final do semestre? Um fato marcante da volta às aulas foi descobrir que simplesmente não temos mais banheiros na Reitoria pois todos estão em reforma e as privadas agora disputam lugar com os alunos nos corredores. Tá apertado pra fazer pipi? Vai ter que percorrer os onze andares do prédio atrás de um WC. Boa sorte!
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15 julho 2008
Renato Russo - A Peça
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02 julho 2008
Preciso de pilhas novas
Não tem jeito. Levanto, estico braços e pernas, dou uma volta pela sala, bebo um gole d’água.
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Personal Friend
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01 julho 2008
WALL·E

Na Terra a paisagem é marrom. Os prédios das grandes cidades ainda resistem mas são facilmente alcançados pelas montanhas de lixo. Não existe mais água, não existem mais plantas. Só a areia cerca tudo.
Nada mais de humano restou, mas só aparentemente. Por uma ironia, as atitudes mais humanas vêm exatamente de uma máquina. WALL·E, após ficar trabalhando sozinho na Terra durante 700 anos, desenvolveu consciência e personalidade. É doce e inocente e sua única companhia naquele lugar é uma barata, simpática até, considerando que estamos falando de uma barata. Ao chegar em sua “casa”, o robô se distrai assistindo filmes antigos, colecionando quinquilharias e ouvindo música. Sua rotina é alterada no dia em que chega à Terra EVE, uma sonda que tem como missão rastrear o local à procura de uma forma vegetal, um sinal que indicaria aos humanos que a Terra se regenerou e já é hora de regressar.
WALL·E apaixona-se por EVE e tenta de tudo para chamar sua atenção. Ele até consegue arrancar uns minutos da atenção da sonda mas, ao encontrar uma planta, EVE “reseta” e fica à espera da nave que virá buscá-la. WALL·E não sabe o que está acontecendo e é a partir daí que vemos quanto humano o robô é. Ele faz de tudo para acordá-la. Desesperado não sabe o que está acontecendo com sua amada mas não a abandona, mesmo embaixo de chuva e raios até o dia em que a nave retorna e WALL·E deixa tudo para trás para acompanhá-la.
WALL·E é a nova animação da Disney/Pixar. Tem cenas engraçadas e situações divertidas mas por trás de toda a comédia existe um pano de fundo que nos leva à reflexão. Sentimentos como solidão, amor e doação estão lá para serem lidos nas entrelinhas. Não é mais um alerta sobre “o que acontecerá se não cuidarmos bem do nosso planeta”. Todos nós já sabemos disso e só não tomamos uma atitude porque talvez nos falte a sensibilidade que sobra em WALL·E. Em 2.700, ano em que se passa a história, o que havia sido previsto já aconteceu. Fomos expulsos da nossa própria casa pelo lixo que nós mesmos produzimos. Incapazes de fugir aos comandos de BEBA, COMA, COMPRE, CONSUMA fizemos de nosso lar um imenso aterro sanitário. Acostumados ao mundo dos descartáveis simplesmente jogamos fora um planeta inteiro.
Ao contrário das últimas animações que assisti, recheadas de personagens cômicos, falas engraçadas e piadas, na maioria das vezes, bem construídas, WALL·E quase não tem diálogos e as vozes dos personagens foram criadas eletronicamente, dispensando o trabalho dos dubladores. A evolução do enredo se dá quase totalmente através das situações vivenciadas pelo protagonista onde gestos, expressões e comportamentos valem mais que palavras. Talvez aí esteja o grande sucesso do robô empilhador de lixo. Através de seu comportamento consegue ser transmitir sentimentos que vão da felicidade à solidão.

Entre as muitas boas cenas de WALL·E a mais bonita é aquela em que, auxiliado por um extintor conta incêndio, ele dança com EVE pelo espaço. Um verdadeiro balé nas estrelas.
Site oficial: http://www.disney.com.br/cinema/walle/
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Marcadores: filmes
27 junho 2008
Quero ser
Hoje, na empresa em que trabalho, assisti a uma palestra. O palestrante, uma mistura de professor de cursinho pré-vestibular com animador gordinho de festas de família, até que se esforçou, mas não me convenceu. Fiquei animada no começo, na hora em que o primeiro slide anunciou: vamos estudar nosso assunto sobre a ótica da filosofia. Pensei “opa! finalmente uma apresentação diferente.” Mas minhas expectativas estavam muito além da realidade, porém minha opinião sincera e racional não vem ao caso. A verdade é que o cara teve a manha de viajar e ficar em hotel de graça (tudo pago pela empresa) e ganhar um bom trocado à custa de: slides com desenhos fofuxos + videozinhos do You Tube (super manjados) + citações de efeito de alguns filósofos famosos + um bando de funcionários que preferiu (é claro) assistir a palestra a ficar sentado em frente ao computador esperando o fim do expediente.
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17 junho 2008
16 junho 2008
Quentinho e macio
O fato é que eu estou em Curitiba.
Levantei, olhei para fora: sem chuva, sem tempo nublado, promessa de um bonito dia de sol. Mas ao olhar mais atentamente para o gramado, ei! o que é aquele troço branco cobrindo toda a grama? Geada meu caros, gelo. A temperatura às seis da manhã? Um (eu disse UM) grau. Mas logo depois piorou um pouquinho e chegamos à marca de 0°C. Mas calma, vai esquentar durante o dia quando chegaremos à máxima de 13°C!
Foi aí que eu vi a importância do meu edredon, quentinho, macio, aconchegante. Mas como tudo o que é bom dura pouco tive que deixá-lo em casa e enfrentar sozinha o ar gelado de mais uma manhã curitibana.
Agora olho pela janela do escritório e vejo o céu cian, nem um nuvenzinha e o sol, ah o sol que nos aquece o corpo e a alma. Invento de de ir lá fora e brrrrrrrrr. Frio. Com certeza ainda não alcançamos a máxima (eu já falei que serão incríveis treze graus?).
No final da tarde terei que sair daqui e enfrentar o frio novamente. Irei para casa, rezarei um pai-nosso e entrarei, corajosamente, embaixo do chuveiro. Tentarei me recuperar do trauma do banho vestindo 5 meias, 3 calças e 5 moletons. Mas o esforço valerá a pena pois me esperando na cama estará ele, meu edredon.
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12 junho 2008
Dia dos Namorados?
O Wally sabe que não sou muito sentimental e que meu romantismo é como minha TPM, aparece uma vez por mês, mas isso não quer dizer que odeio demonstrações de afeto. Carinho se demonstra com presente no dia dos namorados mas também em todos os outros dias, naquela ligação ao final da tarde só para dizer oi, naquele único e solitário botão de rosa comprado na floricultura da esquina, na bronca que você leva por não ter atendido o telefone porque afinal de contas “eu fiquei preocupado com você!”
Lembre-se que quando você era garoto ganhou um beijo da menina mais bonita da sala só porque deu a ela uma flor roubada do jardim da vizinha. Você cresceu e ficou complicado mas o amor continua simples como naquele dia...
...mas se chegar em casa de mãos vazias...
Aos solteiros que não agüentam mais ver propagandas do dia dos namorados e nem casais suspirando apaixonados, coragem. Existe vida após o dia 12.
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11 junho 2008
Santo Casamenteiro
Mas se você já passou por todas as igrejas, comeu umas 20 fatias de bolo e tudo o que ganhou foram três quilos a mais, não desanime, você ainda pode recorrer às simpatias.
Simpatias para quem está só:
Abrir a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial em sua vida, dizendo: “Santo Antônio, protetor dos enamorados, faça chegar até mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz”.
Muito cuidado com esta aqui pois ao invés de arranjar um namorado você pode ser assaltada.
Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente, com água filtrada, e deixar no sereno, na véspera do dia de Santo Antônio, pedindo tudo que almeja para a realização afetiva - felicidade, respeito, harmonia, companheirismo, cumplicidade, afeto, dedicação, carinho, amor, compreensão, etc.No dia seguinte, passar água nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade e que o amor seja pleno e digno.
Só tome cuidado para que o copo não vire um berçário de mosquitos da dengue.
No dia de Santo Antônio, olhe para o céu e escolha uma estrela . Fixe nela seu olhar e faça seu desejo com fervor.Abra os braços e agradeça ao Universo a chegada do amor.
Aparentemente inofensiva. O único senão é que aquele seu vizinho gato pode te achar louca e não querer mais falar com você.
Logo na manhã do Dia dos Namorados, véspera de Santo Antônio, compre um metro de fita azul de qualquer largura e escreva nela o nome completo da pessoa amada. À noite, conte 7 estrelas no céu, sem apontar, e faça um pedido ao santo para que ele ajude você a conquistar o coração dessa pessoa. No dia seguinte, amarre a fita nos pés da imagem de Santo Antônio e deixe lá, até conseguir arranjar uma pessoa para namorar.
Torça para que a noite não esteja nublada.
Agora, se você tem um “rolo” mas parece que ele não quer nada com nada pode fazer a Simpatia para quem somente "fica" e quer formalizar o relacionamento:
Retire 3 espinhos de uma rosa vermelha e coloque dentro do perfume que você usa e que a pessoa gosta. Peça para Santo Antônio remover os obstáculos “se for para a felicidade de ambos”. Use o perfume sempre que estiver com a pessoa.
Compre um pedaço de papel vermelho, escreva nele o nome da pessoa que você ama e quer que volte. Pegue uma foto dela e cole-a no papel. Num vaso transparente, coloque meio litro de água benta e sete botões de rosa vermelha. Vá até uma igreja que tenha a imagem de Santo Antônio, coloque o vaso no altar. Em sua casa, acenda sete velas brancas, juntamente com a fita vermelha de papel com a foto, ofertando-as ao santo e pedindo pela volta do seu amor.
Riscos:
7 velas brancas + 1 fita vermelha de papel + 1 foto = incêndio. Tenha um extintor por perto.
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Kátia
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